Há algumas semanas, mostramos as primeiras imagens do novo Citroën C4 (e também do ë-C4, a versão 100% elétrica). Agora, chegou a hora de reunir todas as novidades sobre o novo familiar francês.
Pensado para ocupar o lugar do C4 Cactus, o novo C4 mantém a proposta visual de um crossover, mas deixa o “Cactus” de fora da nomenclatura.
No design, o novo representante da Citroën no segmento C passa a usar a linguagem mais recente da marca, incluindo a assinatura luminosa dianteira em “V” - solução já vista nos conceitos CXPerience Concept, Ami One Concept e 19_19 Concept, além do C3 reestilizado.
Com 4360 mm de comprimento, 2670 mm de entre-eixos, 1800 mm de largura e 1525 mm de altura, o novo C4 se apresenta como uma espécie de combinação entre a ideia de SUV/crossover e um cupê.
Conforto, a aposta de sempre
Seguindo a tradição da marca, o novo Citroën C4 coloca o conforto no centro do projeto. Para isso, traz as “Progressive Hydraulic Cushions” (batentes hidráulicos progressivos) e os bancos Advanced Comfort.
Na cabine, a proposta é de linhas limpas e ambiente minimalista, com foco evidente em tecnologia. Dois destaques chamam mais atenção: a tela central ultrafina de 10’’ sem bordas e o Smart Pad Support.
Esse sistema inédito de suporte retrátil vem integrado ao painel e permite que o passageiro fixe um tablet no painel.
Ainda na lista de recursos tecnológicos, o novo Citroën C4 pode contar, por exemplo, com carregador de smartphone por indução, Android Auto e Apple CarPlay, além de quatro portas USB (duas na frente e duas atrás), sendo que duas delas são USB-C.
Em termos de espaço, o C4 oferece porta-malas de 380 litros (com piso duplo) e aproveita os 2670 mm de entre-eixos para entregar boas medidas de habitabilidade.
Os motores de combustão
Como já tínhamos adiantado, a linha do novo Citroën C4 inclui versões elétricas, Diesel e a gasolina.
Entre as opções a gasolina, são quatro combinações: PureTech 100 e PureTech 130 com 100 e 130 cv, respectivamente, associados a câmbio manual de seis marchas; e PureTech 130 e PureTech 155 com 130 e 155 cv e câmbio automático de oito velocidades.
No Diesel, a oferta fica por conta dos BlueHDi 110 e BlueHDi 130 com 110 e 130 cv, respectivamente. O primeiro vem com câmbio manual de seis marchas, enquanto o segundo é combinado ao câmbio automático de oito velocidades.
O Citroën ë-C4
Por fim, é hora de falar do Citroën ë-C4, a versão elétrica do novo modelo da Citroën no segmento C - e aquela sobre a qual já existem mais dados.
Com motor elétrico de 136 cv (100 kW) e 260 Nm, alimentado por uma bateria de 50 kWh, o novo ë-C4 promete 350 km de autonomia (ciclo WLTP).
Com três modos de condução (Eco, Normal e Sport), ele pode chegar a 150 km/h de velocidade máxima e cumprir o 0 a 100 km/h em 9,7s (no modo Sport).
Quanto aos tempos de recarga, a Citroën informa o seguinte:
- Em um posto público de 100 kW: vai até 80% em 30 minutos (dá para obter 10 km de autonomia por minuto);
- Em uma Wallbox de 32 A: leva entre 5 horas (em sistema trifásico com o carregador opcional de 11 kW) e 7h30 (sistema monofásico).
- Em uma tomada residencial: leva entre 15 horas (em uma tomada reforçada de 16 A do tipo Green’up Legrand) e mais de 24 horas (tomada convencional).
Segurança acima de tudo
Além do investimento forte em entretenimento e conectividade a bordo, o novo Citroën C4 também dá grande atenção à segurança e aos recursos de assistência ao motorista, somando 20 sistemas desse tipo.
Entre os itens, aparecem soluções como Active Safety Brake, alerta de risco de colisão e pós-colisão Safety Brake, monitoramento de ponto cego, alerta ativo de saída involuntária de faixa, cruise control adaptativo com função Stop & Go, entre vários outros.
Para elevar a conveniência no dia a dia, o C4 ainda pode oferecer sistemas como acesso e partida sem chave, head-up display colorido, freio de estacionamento elétrico, assistente de estacionamento lateral, câmera de ré e assistente de partida em rampa.
Quando chega?
Com o início das encomendas previsto para o verão, as primeiras unidades do novo Citroën C4 devem chegar a Portugal em dezembro. Os preços ainda não foram divulgados.
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