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Combustíveis: diesel e gasolina devem ter a maior queda de preços do ano em 14 de abril

Jovem abastecendo carro em posto de combustível ao ar livre em dia ensolarado.

As projeções trazem uma boa notícia: se as estimativas se confirmarem, no começo da próxima semana (14 de abril) os combustíveis devem registrar a maior queda de preços do ano.

Queda prevista nos combustíveis em 14 de abril

De acordo com fontes do setor, a previsão é de redução nos dois principais produtos:

  • O preço do diesel simples deve cair 6,5 centavos por litro.
  • Já a gasolina simples tende a baixar 7,5 centavos por litro.

Com isso, a partir da próxima segunda-feira, o valor médio do diesel simples deve recuar para 1,52 €/l, enquanto a gasolina simples pode ficar em 1,669 €/l.

Aumento recente e comparação com setembro de 2024

Nas últimas semanas, os combustíveis vinham acumulando altas - com maior destaque para a gasolina -, e essa queda deve compensar boa parte dessa escalada.

Ainda assim, os preços em vigor seguem 5,8 centavos (diesel simples) e 6,9 centavos (gasolina simples) acima do que era praticado em 1 de setembro de 2024.

Como são calculados os valores médios divulgados

A referência para a formação do preço dos combustíveis utiliza os números publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os dados da última quinta-feira, 10 de abril.

Os montantes divulgados pela DGEG já consideram os descontos aplicados pelas distribuidoras, além das medidas do Governo que continuam em vigor.

Mesmo assim, vale reforçar: esses não são, necessariamente, os preços encontrados nos postos. Trata-se de uma média indicativa, e cada revendedor tem liberdade para definir o valor que irá praticar.

Medidas do governo em vigor

Desde 2022, permanecem ativas as medidas do governo para suavizar o aumento do preço dos combustíveis, incidindo principalmente sobre o valor do ISP.

ISP, taxa de carbono e descontos fiscais

Neste ano, o ISP subiu três centavos por litro; porém, com a queda do valor da taxa de carbono, a carga tributária total sobre os combustíveis não sofreu alterações.

Por isso, a soma de todos os “descontos fiscais” representa menos 17,6 centavos por litro no diesel e menos 19,2 centavos por litro na gasolina.

Fonte: ACP

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